Mesmo depois de quase 40 anos, Elvis Presley voltou a provar a sua
duradoura popularidade depois de permanecer na tabela de vendas dos álbuns
britânicos durante a segunda semana consecultiva – com o seu 12º Nº1 no Reino
Unido.
O rei do Rock and Roll tornou-se agora o cantor solo com
mais álbuns na primeira posição no Reino Unido, depois de “If I Can
Dream” ter chegado ao 1º lugar – e que apresenta clássicos do cantor,
acompanhado pela Real Orquestra Filarmônica.
Os seus Álbuns Nº 1 no Reino Unido agora são:
1956 Rock ‘n’ Roll
1957 Lovin’ You
1958 King Creole
1960 Elvis Is Back
1960 G.I. Blues
1961 Blue Hawaii
1962 Pot Luck
1969 From Elvis In Memphis
1975 40 Greatest
2002 ELV1S, 30 Number 1 Hits
2007 The King
2015 If I Can Dream
O álbum alcançou mais de 88.600 unidades vendidas, dando-lhe o segundo
álbum mais rapidamente vendido do ano, somente atrás de “Chasing
Yesterday”, de Noel Gallagher’s High Flying Birds.
Na tabela dos singles, Adele continua a dominar com “Hello”, no topo das tabelas pela terceira semana consecutiva.
O álbum está a venda no Brasil também. Se você não comprou, adquira o seu agora nos sites da Livraria Cultura ou Livraria Curitiba. Estamos felizes em comentar que na Livraria Saraiva já está esgotado - Sold Out !!
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
sábado, 7 de novembro de 2015
ÁLBUM POSTUMO DE ELVIS PRESLEY CHEGA AO 1º LUGAR NA INGLATERRA
O álbum
"If I Can Dream"
de Elvis Presley (foto) estreou no topo
da parada britânica desta semana. O disco traz a Royal Philarmonic Orchestra "acompanhando" o
cantor morto em 1977. Para se conseguir isso, a voz original presente nas
gravações foi isolada e superposta aos novos instrumentais.
Esse foi o 12° álbum do "rei do rock" a chegar ao número 1 no Reino Unido. Ele agora além de ser o artista masculino com o maior número de álbuns no topo da parada britânica, está empatado com Madonna e atrás apenas dos Beatles (com 15) na contagem geral.
O segundo lugar da semana também foi para um artista veterano, mas esse ainda está bastante vivo. Falamos de Rod Stewart com "Another Country". Logo em seguida temos a terceira estreia do top cinco: o álbum homônimo de Guy Garvey, o primeiro trabalho solo do vocalista do Elbow.
Fechando a lista dos cinco mais vendidos, "x" de Ed Sheeran subiu três postos e acabou no quarto lugar, e "I Cry When I Laugh" de Jess Glynne foi da sexta para a quinta colocação.
Os mais novos lançamentos de James Morrison, Jack Pack, Def Leppard e Skindred, além da mais recente coletânea do Erasure e a trilha sonora do documentário "Amy" (sobre Amy Winehouse) foram as outras novidades do top 40.
No Brasil o CD If I Can Dream pode ser encontrado nos sites da Livraria Saraiva, Livraria Cultura e Livraria Curitiba. Adquira já o seu!
Esse foi o 12° álbum do "rei do rock" a chegar ao número 1 no Reino Unido. Ele agora além de ser o artista masculino com o maior número de álbuns no topo da parada britânica, está empatado com Madonna e atrás apenas dos Beatles (com 15) na contagem geral.
O segundo lugar da semana também foi para um artista veterano, mas esse ainda está bastante vivo. Falamos de Rod Stewart com "Another Country". Logo em seguida temos a terceira estreia do top cinco: o álbum homônimo de Guy Garvey, o primeiro trabalho solo do vocalista do Elbow.
Fechando a lista dos cinco mais vendidos, "x" de Ed Sheeran subiu três postos e acabou no quarto lugar, e "I Cry When I Laugh" de Jess Glynne foi da sexta para a quinta colocação.
Os mais novos lançamentos de James Morrison, Jack Pack, Def Leppard e Skindred, além da mais recente coletânea do Erasure e a trilha sonora do documentário "Amy" (sobre Amy Winehouse) foram as outras novidades do top 40.
No Brasil o CD If I Can Dream pode ser encontrado nos sites da Livraria Saraiva, Livraria Cultura e Livraria Curitiba. Adquira já o seu!
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Carta escrita por Elvis em 1958
Esse trabalho foi feito e compartilhado por Edileusa Miguel, no qual quero deixar os nossos agradecimentos e carinho.
Carta escrita por Elvis, quando estava no exército em 1958, três meses depois da morte de sua mãe.
Querida Frances, Heidi, Gloria(?), Dione, Earl, Dottie e o resto da gangue.
Bem, eu não sei o que me fez decidir escrever uma carta mas eu acho que é porque estou tão cheio de saudades de casa e tão sozinho. Eu só queria dizer que eu sinto saudade e amo todos vocês demais e estou contando as horas até que eu possa voltar e nós todos ficaremos juntos outra vez. Eu mal posso esperar até eu voltar a cantar e fazer filmes, e acima de tudo ver a velha gangue de novo. Eu acho que sinto a falta da mãe ainda mais aqui do que qualquer coisa, porque eu agora que estou percebendo que ela nunca mais vai voltar. Eu me lembro dos últimos e poucos maravilhosos dias em casa. Algum dia nós todos vamos olhar pra trás e falar sobre isso. Fale pro George, Allen, Lewis, Bobby, e o pequeno Billy que eu disse Alô e que eu sinto falta demais deles. Também Tio Travis, e Loraine, e todo mundo em Graceland Alô. Se você vir Tio Vester e Tia Cleter diga a eles que eu tenho saudades deles. Diga a Patsy que eu amo ela muito, muito mesmo e pra ela ser uma boa garotinha até eu chegar em casa. bem, por ora eu estou indo e só gostaria que vocês soubessem que eu estava pensando em vocês. Todo meu amor, Frances, "Amo vocês, garotos" Elvis Presley
Tenham um Feliz Natal crianças, eu gostaria de estar aí com vocês, nós teríamos uma boa diversão, mas talvez no próximo Natal. "Eri Viar Ditchi"
Regimento do "Hoy Ears" - "Eu mataria pra ir pra Alemanha"
canal youtube Dilê: https://www.youtube.com/user/edileusa05
OS LENDÁRIOS CARROS DE ELVIS
O canal Discovery Turbo exibiu um documentário sobre os lendários carros de Elvis Presley.
A Stutz Blackhawk, último carro dirigido por Elvis em 16 de agosto de 1977, faz um novo teste drive. Conheça também o carro "disfarce" usado por Elvis. Esse documentário foi filmado e compartilhado no Youtube pelo Fã Clube Elvis Uai.
A Stutz Blackhawk, último carro dirigido por Elvis em 16 de agosto de 1977, faz um novo teste drive. Conheça também o carro "disfarce" usado por Elvis. Esse documentário foi filmado e compartilhado no Youtube pelo Fã Clube Elvis Uai.
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Biografia Elvis Presley - Depois de sua morte
Depois de sua morte
Depois de seu falecimento, vários acontecimentos tornaram Elvis Presley ainda mais famoso e até, segundo alguns, memorável; conseqüentemente, mais pessoas tornaram-se fãs de sua obra. Posto o ídolo, inaugurou-se o mito, eterno, redentor e fonte inesgotável de idealizações. Seu sucesso foi, e ainda é, astronômico! Em 1979 foi realizado o primeiro filme biográfico, para a TV, chamado "Elvis"; no Brasil, intitulado "Elvis Não Morreu", interpretado por Kurt Russell. Em 1981, produziu-se um documentário, avaliado como excelente, denominado This is Elvis; no Brasil, "Elvis o Ídolo Imortal". No ano seguinte, abriu-se ao público, ainda em caráter bastante amador, a mansão Graceland; ainda habitada por alguns parentes. No ano de 1984, Elvis Presley foi homenageado pela fundação do blues e pela academia de música country. Posteriormente, em 1985, lançou-se com enorme sucesso, sendo considerado pela crítica da época como ótimo, o livro "Elvis e Eu", escrito por Priscilla Presley e Sandra Harmon; que seria transformado, em 1988, em filme para a TV, também muito bem sucedido. Passado o impacto de sua morte, os primeiros anos da década de 80 foram de relativa obscuridade para Elvis Presley. O livro de Priscilla foi um importante "divisor de águas" para dias mais prósperos. Prosseguindo com as homenagens, em 1986, Elvis entrou para o hall da fama do rock, na categoria de sócio - fundador. Em 1987, a American Music Awards lhe concedeu – "in memoriam" - prêmio pelo conjunto da obra. A mansão Graceland foi considerada patrimônio histórico dos EUA "(national register of historic places)", em 1991. Elvis Presley, com justiça, foi agraciado com o título de sócio - fundador do hall da fama do rockabilly, em 1997. Nesse mesmo ano, realizou-se, pela primeira vez, o mega-espetáculo "Elvis The Concert", com suas imagens em telão, musicistas de sua banda ao vivo e orquestra. Em 1998, nova homenagem, desta feita, ingressou no hall da fama do country e, em 2001, seria a vez do hall da fama do música gospel. Em 2002 uma nova "Elvismania" tomou conta do mundo. Elvis Presley foi "redescoberto", graças a uma manobra genial da Elvis Presley Enterprises, de biógrafos-colecionadores e de um DJ holandês. O remix da canção "A Little Less Conversation" e o disco Elvis: 30 #1 Hits obtiveram estrondoso sucesso em todo o mundo, apresentando o artista às novas gerações. No ano seguinte, novo êxito, com grande destaque mundial para o remix de "Rubberneckin", seguido pelo CD 2nd to None. Entusiasmada com as vendagem, a "máquina" disponibilizou, em 2004, dois pacotes de DVDs de dois dos seus maiores momentos televisivos: os especiais "Elvis NBC TV Special" e o "Aloha from Hawaii", novos recordes de vendagem. Nesse mesmo ano, Elvis Presley foi elevado à categoria de sócio - fundador do hall da fama da música britânica. O filme Jailhouse Rock galgou patamar honroso entre os filmes estadunidenses; imortalizado, também em 2004, entrando para o "Registro Nacional de Filmes" dos EUA. No ano de 2005, o 70º ano de seu nascimento foi celebrado. Em uma histórica votação realizada pelo site AOL, maior grupo de comunicação do mundo, Elvis Presley foi eleito o 8º maior estadunidense de todos os tempos, em todas as áreas; o 5º do século XX e o 1º dentre os artistas. No ano de 2006, Graceland foi designada como "lugar histórico americano" (national historic landmark) pelo ministro do interior dos EUA. Até 2006, quase trinta anos após sua morte, Elvis vive; e acresce dezenas de milhões de dólares anualmente ao seu espólio.
Depois de seu falecimento, vários acontecimentos tornaram Elvis Presley ainda mais famoso e até, segundo alguns, memorável; conseqüentemente, mais pessoas tornaram-se fãs de sua obra. Posto o ídolo, inaugurou-se o mito, eterno, redentor e fonte inesgotável de idealizações. Seu sucesso foi, e ainda é, astronômico! Em 1979 foi realizado o primeiro filme biográfico, para a TV, chamado "Elvis"; no Brasil, intitulado "Elvis Não Morreu", interpretado por Kurt Russell. Em 1981, produziu-se um documentário, avaliado como excelente, denominado This is Elvis; no Brasil, "Elvis o Ídolo Imortal". No ano seguinte, abriu-se ao público, ainda em caráter bastante amador, a mansão Graceland; ainda habitada por alguns parentes. No ano de 1984, Elvis Presley foi homenageado pela fundação do blues e pela academia de música country. Posteriormente, em 1985, lançou-se com enorme sucesso, sendo considerado pela crítica da época como ótimo, o livro "Elvis e Eu", escrito por Priscilla Presley e Sandra Harmon; que seria transformado, em 1988, em filme para a TV, também muito bem sucedido. Passado o impacto de sua morte, os primeiros anos da década de 80 foram de relativa obscuridade para Elvis Presley. O livro de Priscilla foi um importante "divisor de águas" para dias mais prósperos. Prosseguindo com as homenagens, em 1986, Elvis entrou para o hall da fama do rock, na categoria de sócio - fundador. Em 1987, a American Music Awards lhe concedeu – "in memoriam" - prêmio pelo conjunto da obra. A mansão Graceland foi considerada patrimônio histórico dos EUA "(national register of historic places)", em 1991. Elvis Presley, com justiça, foi agraciado com o título de sócio - fundador do hall da fama do rockabilly, em 1997. Nesse mesmo ano, realizou-se, pela primeira vez, o mega-espetáculo "Elvis The Concert", com suas imagens em telão, musicistas de sua banda ao vivo e orquestra. Em 1998, nova homenagem, desta feita, ingressou no hall da fama do country e, em 2001, seria a vez do hall da fama do música gospel. Em 2002 uma nova "Elvismania" tomou conta do mundo. Elvis Presley foi "redescoberto", graças a uma manobra genial da Elvis Presley Enterprises, de biógrafos-colecionadores e de um DJ holandês. O remix da canção "A Little Less Conversation" e o disco Elvis: 30 #1 Hits obtiveram estrondoso sucesso em todo o mundo, apresentando o artista às novas gerações. No ano seguinte, novo êxito, com grande destaque mundial para o remix de "Rubberneckin", seguido pelo CD 2nd to None. Entusiasmada com as vendagem, a "máquina" disponibilizou, em 2004, dois pacotes de DVDs de dois dos seus maiores momentos televisivos: os especiais "Elvis NBC TV Special" e o "Aloha from Hawaii", novos recordes de vendagem. Nesse mesmo ano, Elvis Presley foi elevado à categoria de sócio - fundador do hall da fama da música britânica. O filme Jailhouse Rock galgou patamar honroso entre os filmes estadunidenses; imortalizado, também em 2004, entrando para o "Registro Nacional de Filmes" dos EUA. No ano de 2005, o 70º ano de seu nascimento foi celebrado. Em uma histórica votação realizada pelo site AOL, maior grupo de comunicação do mundo, Elvis Presley foi eleito o 8º maior estadunidense de todos os tempos, em todas as áreas; o 5º do século XX e o 1º dentre os artistas. No ano de 2006, Graceland foi designada como "lugar histórico americano" (national historic landmark) pelo ministro do interior dos EUA. Até 2006, quase trinta anos após sua morte, Elvis vive; e acresce dezenas de milhões de dólares anualmente ao seu espólio.
Biografia Elvis Presley - Elvis in Concert
Elvis in Concert
Inicialmente pensado para dezembro, o programa especial Elvis in Concert foi levado ao ar em outubro e registrou uma das maiores audiências da história da rede americana CBS. Ainda que portador de imagens constrangedoras de sua fisionomia e condições físicas, o programa mostrou-nos um profissional despojado e empenhado em tentar superar-se e apresentar-se da melhor forma possível. Entretanto, o que poderia ter sido uma catástrofe para a sua carreira em vida, emocionou um mundo saudoso e agradecido. Musicalmente, o programa mostrou um Elvis Presley apegado ao seu maior trunfo, sua verve de grande intérprete e, munido de maturidade e extensão vocal surpreendente, mais uma vez impactou a todos com a profundidade e eloqüência de suas interpretações, mais uma vez revolucionárias. Até agosto de 1977, Elvis vendera 600 milhões de discos, entre 150 álbuns e singles; superior a qualquer outro artista. Até 2005, estima-se por volta de 2 bilhões de exemplares, recorde absoluto, coroado com centenas de discos de ouro, platina e, mais recentemente, multi-platina. Entre seus muitos prêmios, estão 14 indicações ao Grammy, com 3 premiações; cabe destacar, justíssimas; mormente se considerarmos os prêmios anteriormente não outorgados, possivelmente, por preconceito. E segundo alguns, porque Elvis Presley foi um artista popular, um sujeito - desde sempre - a frente do seu tempo; inserido em uma engrenagem sócio-histórica-cultural bastante complexa, e para os mesmos, não é pouca coisa.
Inicialmente pensado para dezembro, o programa especial Elvis in Concert foi levado ao ar em outubro e registrou uma das maiores audiências da história da rede americana CBS. Ainda que portador de imagens constrangedoras de sua fisionomia e condições físicas, o programa mostrou-nos um profissional despojado e empenhado em tentar superar-se e apresentar-se da melhor forma possível. Entretanto, o que poderia ter sido uma catástrofe para a sua carreira em vida, emocionou um mundo saudoso e agradecido. Musicalmente, o programa mostrou um Elvis Presley apegado ao seu maior trunfo, sua verve de grande intérprete e, munido de maturidade e extensão vocal surpreendente, mais uma vez impactou a todos com a profundidade e eloqüência de suas interpretações, mais uma vez revolucionárias. Até agosto de 1977, Elvis vendera 600 milhões de discos, entre 150 álbuns e singles; superior a qualquer outro artista. Até 2005, estima-se por volta de 2 bilhões de exemplares, recorde absoluto, coroado com centenas de discos de ouro, platina e, mais recentemente, multi-platina. Entre seus muitos prêmios, estão 14 indicações ao Grammy, com 3 premiações; cabe destacar, justíssimas; mormente se considerarmos os prêmios anteriormente não outorgados, possivelmente, por preconceito. E segundo alguns, porque Elvis Presley foi um artista popular, um sujeito - desde sempre - a frente do seu tempo; inserido em uma engrenagem sócio-histórica-cultural bastante complexa, e para os mesmos, não é pouca coisa.
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Biografia Elvis Presley - A morte
A morte
Na noite de 15 de Agosto Elvis vai ao dentista por volta das 11 da noite, algo muito comum para ele. De madrugada ele volta a Graceland, joga um pouco de tênis e toca algumas canções ao piano, indo dormir por volta das 4 ou 5 da madrugada do dia 16. Por volta das 10 horas Elvis teria levantado para ler no banheiro, o que aconteceu desse ponto até por volta das duas horas da tarde é um mistério, o desenlace ocorreu, possivelmente, no final da manhã, no banheiro de sua suite, na mansão Graceland, na cidade de Memphis, no Tennessee. Os fatores predisponentes sistêmicos, os hábitos cotidianos e as circunstâncias que culminaram com a morte de Elvis Presley, são dos pontos mais polêmicos e controvertidos entre seus biografos e fãs. Elvis só foi encontrado morto no horário das duas horas da tarde por sua namorada na época, Ginger Alden. Logo após, o seu corpo é levado ao hospital "Memorial Batista" e sua morte confirmada.
A morte de Elvis Aaron Presley no dia de 16 de agosto de 1977, causada por colapso fulminante associado à disfunção cardíaca, surpreendeu o mundo, provocando comoção como poucas vezes fora vista em nossa cultura; inclusive no Brasil. Os fãs se aglomeraram em maior número em frente a mansão. As linhas telefônicas de Memphis estavam tão congestionadas que a companhia telefônica pediu aos residentes para não usarem o telefone a não ser em caso de emergência. As floriculturas venderam todas as flores em estoque. O velório aconteceu no dia 17. Alguns, dos milhares de fãs, puderam ver o caixão por aproximadamente 4 horas.
Por volta das 3 da tarde do dia 18 a cerimônia para familiares e amigos foi realizada, com canções gospel sendo cantadas pelos "Stamps" (Grupo vocal gospel) , grupo musical de Elvis na década de 70. Após a cerimônia todos foram levados até o cemitério em limusines, logo em seguida o corpo de Elvis é enterrado. Mas para os fãs e apreciadores de artistas que viraram ícones, a morte física de Elvis pouco importa. E para seus admiradores, enquanto houver desejo e emoção, Elvis Presley viverá.
Na noite de 15 de Agosto Elvis vai ao dentista por volta das 11 da noite, algo muito comum para ele. De madrugada ele volta a Graceland, joga um pouco de tênis e toca algumas canções ao piano, indo dormir por volta das 4 ou 5 da madrugada do dia 16. Por volta das 10 horas Elvis teria levantado para ler no banheiro, o que aconteceu desse ponto até por volta das duas horas da tarde é um mistério, o desenlace ocorreu, possivelmente, no final da manhã, no banheiro de sua suite, na mansão Graceland, na cidade de Memphis, no Tennessee. Os fatores predisponentes sistêmicos, os hábitos cotidianos e as circunstâncias que culminaram com a morte de Elvis Presley, são dos pontos mais polêmicos e controvertidos entre seus biografos e fãs. Elvis só foi encontrado morto no horário das duas horas da tarde por sua namorada na época, Ginger Alden. Logo após, o seu corpo é levado ao hospital "Memorial Batista" e sua morte confirmada.
Última foto de Elvis
A morte de Elvis Aaron Presley no dia de 16 de agosto de 1977, causada por colapso fulminante associado à disfunção cardíaca, surpreendeu o mundo, provocando comoção como poucas vezes fora vista em nossa cultura; inclusive no Brasil. Os fãs se aglomeraram em maior número em frente a mansão. As linhas telefônicas de Memphis estavam tão congestionadas que a companhia telefônica pediu aos residentes para não usarem o telefone a não ser em caso de emergência. As floriculturas venderam todas as flores em estoque. O velório aconteceu no dia 17. Alguns, dos milhares de fãs, puderam ver o caixão por aproximadamente 4 horas.
Por volta das 3 da tarde do dia 18 a cerimônia para familiares e amigos foi realizada, com canções gospel sendo cantadas pelos "Stamps" (Grupo vocal gospel) , grupo musical de Elvis na década de 70. Após a cerimônia todos foram levados até o cemitério em limusines, logo em seguida o corpo de Elvis é enterrado. Mas para os fãs e apreciadores de artistas que viraram ícones, a morte física de Elvis pouco importa. E para seus admiradores, enquanto houver desejo e emoção, Elvis Presley viverá.
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Biografia Elvis Presley - Últimos anos
Últimos anos
Ainda no ano de 1974, Elvis voltou a se apresentar no Astrodome, de Houston, estádio monumental, jamais contemplado com tal magnitude de um espetáculo de música popular. Novos recordes foram quebrados, superiores aos próprios, de 1970. Em um segundo show, 44.175 pagantes foram contabilizados; público até então inimaginável para um concerto de um único artista. Além de Houston, realizou shows históricos em Los Angeles, no mês de maio; prestigiado inclusive por artistas e bandas das novas gerações, então no auge, como um eufórico e entusiasmado Led Zeppelin.
Entretanto, pessoalmente, seus percalços se somavam gradativamente. Em 1976, ano em que realizou mais de 100 mega-espetáculos, Elvis voltou a apresentar-se no último dia do ano, na cidade de Pittsburgh; reconhecido pela crítica e público como um dos seus últimos grandes espetáculos de qualidade; para os fãs, antológico! Elvis Presley subiu aos palcos regularmente, de forma sofrível, ao longo dos seis primeiros meses de 1977, com a saúde visivelmente deteriorada. No mês de junho, teve espetáculos filmados pela rede de televisão CBS, vislumbrando um vindouro mega-especial, a ser levado ao ar em cadeia nacional oportunamente.
Ainda no ano de 1974, Elvis voltou a se apresentar no Astrodome, de Houston, estádio monumental, jamais contemplado com tal magnitude de um espetáculo de música popular. Novos recordes foram quebrados, superiores aos próprios, de 1970. Em um segundo show, 44.175 pagantes foram contabilizados; público até então inimaginável para um concerto de um único artista. Além de Houston, realizou shows históricos em Los Angeles, no mês de maio; prestigiado inclusive por artistas e bandas das novas gerações, então no auge, como um eufórico e entusiasmado Led Zeppelin.
Elvis Presley Live at the Houston Astrodome March 1974
Uma única sessão de gravação foi realizada no ano seguinte, 1975,
quando, no último dia do ano, Elvis Presley quebrou novo recorde de
público para um artista solo até então, apresentando-se para 62 mil
pessoas. Segmento de seus biógrafos afirmam que este seria seu último
ano primoroso artisticamente; Elvis realiza shows históricos em sua
carreira, sendo elogiado por todos, propiciando o seguinte comentário do
jornal The New York Times: "Cada vez mais Presley melhora sua voz
atingindo excelentes notas vocais. Ele ainda é o rei nos palcos.",
referindo-se aos shows de "Uniondale" no condado de Nassau no estado de
Nova Iorque. Muitos afirmam que os alguns dos melhores shows de Elvis em
toda a carreira foram realizados em 1975. No mesmo período são lançados
dois dos melhores álbuns de Elvis na década de 70, Elvis Today e
Promised Land.
Elvis on July 19, 1975 at Nassau Veteran Coliseum in Uniondale / New York
Entretanto, pessoalmente, seus percalços se somavam gradativamente. Em 1976, ano em que realizou mais de 100 mega-espetáculos, Elvis voltou a apresentar-se no último dia do ano, na cidade de Pittsburgh; reconhecido pela crítica e público como um dos seus últimos grandes espetáculos de qualidade; para os fãs, antológico! Elvis Presley subiu aos palcos regularmente, de forma sofrível, ao longo dos seis primeiros meses de 1977, com a saúde visivelmente deteriorada. No mês de junho, teve espetáculos filmados pela rede de televisão CBS, vislumbrando um vindouro mega-especial, a ser levado ao ar em cadeia nacional oportunamente.
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
CD E SELO ELVIS FOREVER
O selo com a imagem de um Elvis jovem ganha a competição com as outras imagens do cantor, que se tornariam selos postais nos Estados Unidos. Logo que o selo foi colocado em circulação, vários elvis-maníacos começaram a mandar cartas para lugares inexistentes só para receber a carta de volta com o carimbo “retornar ao remetente”. Em inglês, as palavras carimbadas significam “return to sender”, nome de uma das músicas de Elvis Presley.
Agora é a vez do selo Elvis Forever que vem com a estampa de Elvis de 1955 e ao contrário do primeiro selo, ele é preto e branco. Para comprar acesse o site:
https://store.usps.com/store/browse/productDetailSingleSku.jsp?categoryNav=false&navAction=push&navCount=0&productId=S_589004&categoryId=buy-stamps&ns_source=dm&ns_mchannel=stampofalegend&ns_campaign=elvisstamp
Eu recebi o meu hoje e é simplesmente maravilhoso!! O CD já está disponível em nosso Fórum.
Agora é a vez do selo Elvis Forever que vem com a estampa de Elvis de 1955 e ao contrário do primeiro selo, ele é preto e branco. Para comprar acesse o site:
https://store.usps.com/store/browse/productDetailSingleSku.jsp?categoryNav=false&navAction=push&navCount=0&productId=S_589004&categoryId=buy-stamps&ns_source=dm&ns_mchannel=stampofalegend&ns_campaign=elvisstamp
Eu recebi o meu hoje e é simplesmente maravilhoso!! O CD já está disponível em nosso Fórum.
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Biografia Elvis Presley - Aloha from Hawaii e a volta a Memphis
Aloha from Hawaii
Apesar de estar mergulhado em problemas pessoais e de saúde, mas no auge como artista, em 14 de janeiro de 1973, Elvis Presley realizou o primeiro show via satélite do mundo, transmitido, ao vivo, para muitos países - inclusive o Brasil, pela Rede Tupi - e, posteriormente, para quase todo o planeta. O especial, Aloha from Hawaii, foi assistido por aproximadamente 1,5 bilhão de telespectadores - número surpreendente para aqueles dias. Nos Estados Unidos, sucesso estrondoso, foi ao ar em abril de 1973, tendo recebido o seguinte comentário no editorial do jornal The New York Times: "Elvis superou sua própria lenda!" No Brasil, foi ao ar novamente em abril do ano seguinte, 1974, com grande êxito. O álbum duplo, inaugural do sistema "quadrafônico", uma espécie de ancestral do "home theater", foi imediatamente colocado no mercado, atingindo rapidamente o marco de 1 milhão de cópias vendidas.
A volta a Memphis
Apesar do aumento dos problemas pessoais e uma crescente piora em sua saúde com o visível aumento de peso, Elvis consegue empolgar em muitos de seus shows a partir de 1974, seus espetáculos foram se transformando, onde era priorizado a qualidade e grandiosidade das canções e sua voz que atingia cada vez mais o seu auge. O ano de 1974, artisticamente, foi deveras criativo para Elvis Presley e poderia ter se tornado a pedra fundamental para uma nova grande guinada em sua carreira e vida pessoal, o que aconteceria em parte, especialmente em alguns espetáculos em Las Vegas, onde Elvis inovou em seu repertório, bem como em seus trajes, bastante distintos em relação aos usados na época; Após 13 anos ausente dos palcos de Memphis, sua residência, neste 1974 Elvis voltou a apresentar-se na cidade, triunfalmente. O show do dia 20 de março foi gravado, garantindo-lhe novo Grammy pela performance de "How Great Thou Art", um clássico do cancioneiro religioso. Até hoje, o feito expressivo é referenciado como de grande relevância em sua carreira, por fãs e interessados em música e sua história. Enormemente insatisfeito com os rumos dados à carreira por seu empresário Tom Parker - repertório, gravadora, Las Vegas, recusas de bons roteiros cinematográficos -, Elvis chegou a demiti-lo mas, posteriormente, indiretamente desautorizado por familiares - desinteressados no rompimento -, voltou atrás; muito frustrado e insatisfeito.
ELVIS 1974 - MEMPHIS MID-SOUTH COLISEUM
Hello Memphis... Elvis talking...
Apesar de estar mergulhado em problemas pessoais e de saúde, mas no auge como artista, em 14 de janeiro de 1973, Elvis Presley realizou o primeiro show via satélite do mundo, transmitido, ao vivo, para muitos países - inclusive o Brasil, pela Rede Tupi - e, posteriormente, para quase todo o planeta. O especial, Aloha from Hawaii, foi assistido por aproximadamente 1,5 bilhão de telespectadores - número surpreendente para aqueles dias. Nos Estados Unidos, sucesso estrondoso, foi ao ar em abril de 1973, tendo recebido o seguinte comentário no editorial do jornal The New York Times: "Elvis superou sua própria lenda!" No Brasil, foi ao ar novamente em abril do ano seguinte, 1974, com grande êxito. O álbum duplo, inaugural do sistema "quadrafônico", uma espécie de ancestral do "home theater", foi imediatamente colocado no mercado, atingindo rapidamente o marco de 1 milhão de cópias vendidas.
Vídeo com a música Blue Hawaii (legendado)
A volta a Memphis
Apesar do aumento dos problemas pessoais e uma crescente piora em sua saúde com o visível aumento de peso, Elvis consegue empolgar em muitos de seus shows a partir de 1974, seus espetáculos foram se transformando, onde era priorizado a qualidade e grandiosidade das canções e sua voz que atingia cada vez mais o seu auge. O ano de 1974, artisticamente, foi deveras criativo para Elvis Presley e poderia ter se tornado a pedra fundamental para uma nova grande guinada em sua carreira e vida pessoal, o que aconteceria em parte, especialmente em alguns espetáculos em Las Vegas, onde Elvis inovou em seu repertório, bem como em seus trajes, bastante distintos em relação aos usados na época; Após 13 anos ausente dos palcos de Memphis, sua residência, neste 1974 Elvis voltou a apresentar-se na cidade, triunfalmente. O show do dia 20 de março foi gravado, garantindo-lhe novo Grammy pela performance de "How Great Thou Art", um clássico do cancioneiro religioso. Até hoje, o feito expressivo é referenciado como de grande relevância em sua carreira, por fãs e interessados em música e sua história. Enormemente insatisfeito com os rumos dados à carreira por seu empresário Tom Parker - repertório, gravadora, Las Vegas, recusas de bons roteiros cinematográficos -, Elvis chegou a demiti-lo mas, posteriormente, indiretamente desautorizado por familiares - desinteressados no rompimento -, voltou atrás; muito frustrado e insatisfeito.
ELVIS 1974 - MEMPHIS MID-SOUTH COLISEUM
Hello Memphis... Elvis talking...
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